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Programação de Maio

Em 2009 o mes de maio vai ser marcado no Brasil como o "mês do Oasis". A revista Rolling Stone descreveu a turnê como "Em Busca do Tempo Perdido", leia um trecho da reportagem:


"Não será fácil para o Oasis provar que, depois de tantas confusões e trabalhos decepcionantes, eles ainda podem voltar à velha forma da década de 90, quando lançaram hits como 'Wonderwall' e 'Chanpagne Supernova'. Mas os irmãos Gallagher parecem ter voltado ao caminho certo." Será que voltaram a velha forma mesmo? Confiram vocês mesmos nos dias:
07/05- Citibank Hall - RJ
09/05- Anhembi - SP
10/05- Arena Exportrade - CUR
12/05- Gigantino - POA

Bom, mas se sua grana for curta eu recomendo o Heaven & Hell , que são os integramtes do Black Sabath sem o Ozzy, que será realizado nos dias:

10/05- BH
13/05- DF
15/05- SP
17/05- RJ

E ainda vai ter o famoso Jazz de Ornette Coleman somente em São Paulo (não confirmado):

12/05- SP

Sem contar com os shows nacionais. Bom Maio para vocês.
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Steven Adler's Tattoos

Neste vídeo o ex-baterista do Guns N'Roses mostra suas tatuagens e explica seus significados. Muito interessante e engraçado!
E sempre bom lembrar que Steven esta atualmente brigando na justiça para provar que não é mais um dependente químico e ainda fala que se conseguir provar pode voltar a tocar no Guns. Será?
(eu duvido muito Rss)
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15 anos sem Kurt Cobain

No ultimo dia 05 de Abril fez-se 15 anos de sua morte, Kurt faleceu no dia 05 de Abril de 1994 mas a data não é certa já que seu corpo foi descoberto só no dia 08 de Abril. A morte do vocalista até hoje não se explica, apesar de todos saberem que Kurt era uma pessoa depressiva. Antes de se suicidar ele deixou uma carta para um amigo imaginário que ele tinha quando pequeno. Porém, o músico não deixou somente a tristeza mas sim música de boa qualidade, o artista é reconhecido pela revista Rolling Stone como o homem da década, pois Kurt Cobain conseguia, apesar de sua depressão, agitar a todos cantando sua música em frente a milhares de fãs.

Confira abaixo alguns de seus sucessos:

About a Girl
Come as You Are
Polly
Rape Me
Smells Like Teen Spirit
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Motorhead Recife!

O primeiro acorde da música “Iron Fist” pegou os fãs despercebidos de surpresa. Poucos minutos após a apresentação da banda pernambucana de death metal Decomposed God, o trio inglês do Motorhead subiu ao palco do Chevrolet Hall para desfiar o repertório mais aguardado da noite. Para os interessados em assistir ao show de perto, a satisfação em chegar a um ponto privilegiado em curtas caminhadas. A 17ª edição do Abril pro Rock atraiu um público tímido nesta sexta-feira. Não mais do que cinco mil pessoas marcaram presença no espetáculo. Espaços abertos para a formação de rodas de pogo, tradicional bate-cabeça e exacerbação da idolatria pela atração internacional.

Às 23h30 - quase pontualmente, como a maioria das bandas -, Lemmy Kilmister (baixo e vocal), Phil Campbell (guitarra) e Mikkey Dee (bateria) fizeram o local parecer lotado. E evocaram o coro do público energizado por músicas como “Be my Girl” e “Evolution”. As pulsações foram aceleradas pelo pedal duplo do baterista. A vibração do som fez - literalmente - o corpo estremer e o ouvido zunir. Canções do álbum “Motörizer”, lançado em 2008, discorreram na maior parte do set list.

O trio inglês causou histeria até em fãs acostumados a rotinas de tranquilidade, como o psicólogo Carlo Duarte, 35 anos. O interesse em ver a apresentação do Motorhead o levou a encarar uma viagem, de mais de cinco horas, da cidade de Areia, na Paraíba, rumo ao Recife. Unicamente para ver a apresentação. “Cheguei agora há pouco e já volto depois do show. Desde menino, escuto a banda, que eu considero uma das maiores da história do metal”, declarou. Curiosidade: a trajetória do grupo teve início no ano de 1975.

Depois de pouco mais de uma hora de show, a banda se despediu do público. Os gritos de “Motorhead, Motorhead, Motorhead”, no entanto, instigaram a banda a voltar e realizar o momento apoteótico do show. O trecho “country”, com Phil Campbell e Mikkey Dee sentados em um banquinho, tocando violão, precedeu o vibrante clássico “Ace of Spades”. Fez agitar até quem estava sonolento.

Por fim, as saudações de “obrigado, Recife” e a estridência das caixas de som deixaram o clima de satisfação nos espectadores. Sequer os leves momentos de microfonia levaram o público a se arrepender do alto investimento


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Sexteto

Caros leitores, hoje me deu uma vontade de ver o sexteto do Jô Soares, então vou fazer um post pequeno só para sair um pouco da rotina. E digo mais, estamos em faze de mudanças do blog, esperem e verão! Rssss

Abaixo um vídeo do Sexteto e o Jô Soares homenageando as olimpiadas:

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Kiss 2009



Dez anos depois da sua última passagem pelo Brasil, o Kiss não economizou nos efeitos visuais no show desta terça-feira (7), no Anhembi, em São Paulo. A banda trouxe ao país todos os elementos que fazem da turnê "Alive 35" - que comemora 35 anos de carreira do Kiss - um verdadeiro espetáculo pirotécnico.


Depois dos últimos acordes de "Won't Get Fooled Again", do grupo The Who, uma voz anunciou: "Vocês procuram o melhor, vocês terão o melhor, a mais quente banda do mundo: Kiss!". Então, uma bandeira gigante com o nome da banda caiu e Gene Simmons, Paul Stanley, Eric Singer e Tommy Thayer entraram no palco ao som de "Deuce", cujos primeiros acordes pareciam estourar como uma bala no peito do público que estava na Pista Vip. Isso porque uma parede de amplificadores tomava o fundo do palco, cercando um letreiro luminoso com o nome do grupo.


Mesmo quem estava no local privilegiado, se amontoou perto da grade para ver de perto a performance do Kiss. No repertório, clássicos dos discos "Alive!", "Kiss Alive I" e "Kiss Alive II", já que a banda não lança nenhum álbum de estúdio desde "Psycho Circus", de 1998.


O vocalista e guitarrista Paul Stanley interagiu o tempo todo com a platéia. Antes de tocar "C'mon and Love Me", Stanley anunciou: "Esta música é do "Alive!", quem aqui tem este álbum?". Depois de uma resposta calorosa do público, o vocalista continuou: "Eu não sei falar muito em português, mas nós amamos vocês", e o público respondeu "We love you".


Todo o espetáculo do Kiss é programado, cada detalhe é devidamente ensaiado. Por isso, a apresentação individual dos integrantes foi um show a parte. Tommy Thayer contou com um efeito onde fogos de artifício pareciam sair de sua guitarra. O baterista Eric Singer foi suspenso no ar por cabos de aço, e sua bateria parecia um foguete decolando do palco.


A performance de Gene Simmons era a mais aguardada, mas só veio no bis, que começou logo depois do clássico "Rock'n'roll all nite", que teve direito à chuva de papel picado e muito gelo seco. Demoníaco, o baixista entrou no palco e finalmente fez o que já é sua marca registrada: cuspiu o sangue de mentira. Depois, Simmons foi suspenso e, com sua armadura prateada cheia de "sangue", voou até o suporte de luz com seu instrumento em forma de machado para executar "I Love it Lound".


Paul Stanley não precisa de pirotecnia. Primeiro, o vocalista arriscou a introdução de "Stairway to Heaven", clássico do Led Zeppelin, mas depois que o público reclamou e gritou: "Kiss", ele respondeu: "Ok, não esta noite". Logo após a performance do baixista Gene Simmons, Stanley pediu ao público: "Eu quero que vocês gritem meu nome o mais alto que puderem, porque eu vou até ai ver vocês". O vocalista então subiu em uma espécie de tirolesa que atravessou toda a Pista Vip e foi tocar lá do outro lado, na mesa de som, a música "I was made for loving you".

Com todos de volta ao palco, o Kiss encerrou o show de São Paulo com "Detroit Rock City", música que deu origem a um filme com o mesmo nome, em 1999.

O Gene Simmons de Ribeirão PretoLogo na entrada no show dava para entender porque a fase do Kiss sem a maquiagem não deu certo. Eram muitos Stanleys e Simmons reunidos. Apesar da concorrência, um Gene Simmons em particular fez a alegria dos fãs, que tiravam fotos o tempo todo.
A estrela por um dia foi o arquiteto João Paulo Braga Gomes, de 28 anos, que viajou 4 horas e meia de Ribeirão Preto até São Paulo para ver seu segundo show do Kiss. A escolha do baixista como personagem predileto foi questão de afinidade, disse o arquiteto: "Ele é o que mais tem a ver comigo. É uma figura demoníaca, do sangue, do fogo, ele é ambicioso", completou.
Com três CDs da banda faltando para fechar sua coleção, João Paulo achou que o dinheiro na Pista Vip foi bem gasto porque ele pôde ficar mais perto dos ídolos. Enquanto a música que mais estava ansioso para escutar? "Parasite", respondeu e justificou: "Estou ouvindo mais o lado B do Kiss".
Confira o set list do show em São Paulo:
Deuce
Strutter
Got To Choose
Hotter Than Hell
Nothin' To Lose
C'mon and Love Me
Parasite
SheTommy Thayer solo
Watchin' You100,000 Years
Eric Singer solo
Cold GinLet Me Go, Rock 'N' Roll
Black Diamond
Rock And Roll All Nite

Bis
Shout It Out Loud
Lick It Up
Won't Get Fooled Again
Gene Simmons Solo
I Love It Loud
I Was Made For Lovin' You
Love Gun Detroit Rock City
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Somewhere Back in Time - Recife

"30 minutos de tortura", assim foi nomeado os 30 minutos que antecederam o show do Iron Maiden no Jockey Club do Recife. Derrepente, todas as luzes do palco apagam-se, os telões acendem-se e nesse momento é ouvido os versos de Churchill's Spreech e mais 18 mil vozes clamando: "-Maiden, Maiden, Maiden". Então, todas as luzes acendem-se e o grito mais esperado por todos os nordestinos durante anos soa: "-Scream for me Recife"! Iron Maiden inciava a apresentação, com uma pontualidade digna de europeus.


O chão tremeu com sucessos como Aces High, 2 minutes to midnight, The Trooper, Fear of the Dark, The Number Of The Beast durante quase duas horas de show. Seguindo a ordem das musicas tocadas em toda a turnê, a banda inglesa conseguiu arrancar lagrimas e gritos fazendo unanimidade no público que cantava cada palavra de suas musicas juntamente ao vocalista Bruce Dickinson, em seu penultimo show da turnê, que já percorreu 37 países desde fevereiro do ano passado.


O Eddie the Head (Mascote da banda) foi aclamado quando entrou no palco ao som da música Iron Maiden.

Em fim, tudo ocorreu perfeitamente, desde de trocas de cenário até forma de encerrar o "espetáculo" deixando nos fans um "gostinho de quero mais", conformado com uma promessa de que em 2011 estariam de volta.

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