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Gary Moore

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Dia Mundial do Rock - 13 de Julho

Então galera, hoje, dia 13 de Julho, é comemorado o Dia Mundial do Rock.
Isso devido que em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres (Inglaterra) e na Filadelfia (Estados Unidos). O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Maddona, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phill Collins, Eric Clapton e Black Sabbath. Foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abril os olhos do mundo para a miséria no continente africano, desde então, 13 de Julho ficou conhecido como o Dia Mundial do Rock.
Fonte: Wikipédia

Agora, um video, da minha antiga banda, tocando um pedaço de uma musica, clássica no mundo do rock, Smoke on Water - Deep Purple


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Kirk Hammet homenageia o Gary Moore

Dias depois da notícia de que o lendário guitarrista Garry Moore morreu, Kirk Hammett, do Metallica, ligou de sua casa no Havaí para a RollingStone.com para falar sobre seu ídolo da guitarra. Confira suas lembranças abaixo.

"Gary Moore está definitivamente no meu top 5 de influências na guitarra, junto de Jimi Hendrix, Eddie Van Halen, Stevie Ray Vaughan e Michael Schenker. Sua influência é forte ao ponto de que o lick de abertura do solo de guitarra de 'Master of Puppets' é uma variação de um lick que Gary Moore tocava muito. Eu me lembro da primeira vez que ouvi seu álbum de blues e ficar simplesmente perplexo - não só pelo modo de tocar, mas pelo som também, seu tom. E eu me lembro de estar tão inspirado que eu escrevi alguns riffs somente baseados em seu som e seu sentimento. E esses riffs acabaram na 'The Unforgiven' do álbum preto."

"Eu ouvi sobre ele pela primeira vez no final dos ano 70. Eu era um grande fã do Thin Lizzy na época. Eu os vi na turnê 'Dangerous' e não muito depois disso, ouvi que havia um novo álbum chamado 'Black Rose'. Eu ouvi 'Waiting For An Alibi' em uma estação de rádio de faculdade e fiquei maravilhado pois eu instantaneamente sabia que eles tinham um guitarrista diferente. Aquilo não era Brian Robertson tocando ou Scott Gorham tocando aquele solo de guitarra. Era... Alguma outra coisa. Eu fui a loja de discos e ao pegar o 'Black Rose', olhei para a capa, virei e vi um guitarrista chamado Gary Moore."

"Ele me deixou perplexo desde a primeira vez que eu o ouvi. Era como Jimi Hendrix ou Stevie Ray Vaughan. Ele tinha esse som bem distinto e um modo bem distinto de tocar guitarra. Logo depois disso, ele lançou o álbum G-Force, que é uma banda de rock pesado. Havia esta faixa instrumental no álbum que me detonou, e nesse momento eu tomei a decisão consciente de torná-lo parte de minhas ouvidas regulares."

"Gary também foi uma grande influência para mim, visualmente. Toda vez que eu via uma foto dele e ele estava tocando um solo, a expressão em sua face mostrava que ele estava sentindo-o profundamente. Eu me lembro de ver uma foto dele no palco com Thin Lizzy em um solo de guitarra, obviamente, com ele curvado para trás. Ele estava tocando a Gibson Les Paul dourada, e ele estava puxando pra caramba esta corda e ele tinha essa expressão em sua cara. Eu só pensei, 'Uau'. Quero dizer, este deve ter sido um momento realmente intenso, pois parecia tão rock and roll, e tão legal e tão guitarrista solo."

"Seu som não era processado demais. Era bem, bem básico. Era basicamente uma guitarra, um amplificador, uma caixa de fusíveis e suas mãos. Eu me lembro de vê-lo em Copenhagen em 1984 ou 1985. Estávamos gravando o Master of Puppets. Ele estava tocando uma Strat, que é conhecida por um som limpo, não muito encorpado. Mas o som que ele estava tirando da Strat era tão encorpado e tão cheio e simplesmente tão cru. Isto foi antes de ter todos esses processadores de guitarra que poderiam fazer o pior som de guitarra soar como uma guitarra cara, então eu meio que deduzi que a maior parte do som estava em suas mãos."

"A técnica de Gary era muito moderna, mas seu estilo de guitarra era bem baseado em blues. Seu jeito de tocar era bem, bem baseado em blues. Ele tocava notas longas, prolongadas, juntas de notas palhetadas super rápidas, e ele tinha um ótimo estilo de legato. Seu modo englobava tudo que eu estava tentando fazer. Eu passei muito tempo ouvindo Gary Moore depois dos shows, voltando ao meu quarto de hotel e colocando álbuns do Gary Moore ou assistindo vídeos do Gary Moore."

"A razão do porque ele não ser mais popular aqui nos EUA está além de mim, pois ele era incrível. Ele era colega do George Harrison, colega de Albert King e colega de B.B. King. Ele era simplesmente um guitarrista espetacular, e podia sair com quase qualquer um. Digamos, por exemplo, que ele estivesse no Whitesnake. Eu tenho certeza que ele teria tido bem mais reconhecimento do que teve."

"Eu o encontrei pela primeira vez há um ano e meio. Eu estava em um quarto de hotel na Alemanha e estava indo a academia. Eu entrei no elevador no quinto andar e o elevador parou no quarto andar, e entra o Gary Moore. Eu simplesmente não podia acreditar. Eu me apresentei e tive a chance de falar para ele quanta influência ele teve em mim. Eu estava um pouco intimidado pois tinha ouvido que ele estava bem bravo com um guitarrista contemporâneo por o ter copiado. Ele não poderia ter sido mais gracioso comigo, no entanto, e em retrospectiva, estou feliz que tive esta oportunidade."

Fonte (em inglês): RollingStone.com
Fonte (em portugês): Metallica Remains
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So Fucking What?

Primeira mente, peço mil desculpas ao pessoal pela demora das minhas postagens, meu notebook estava quebrado e só agora conseguir concertar (eu mesmo), notebook é complicado de fazer reparos.

Sem mais desculpas vamos ao que interessa, vamos ao show!

Dia 26 de março será realizado na casa noturna Inferno o show do Anti-Nowhere League!

A famosa frase que o James Hetfield pergunta no inicio de uma das músicas do Metallica veio dessa banda punk dos anos 80, Vale a pena conferir, provavelmente estarei lá!


Chamada Anti-Nowhere League - Inferno Club (São Paulo) from Renato Martins on Vimeo.

Informações importantes:
Anti-Nowhere League (UK)
Abertura: Busscops
Dia 26 de Março - Sábado - 19h
Local: Inferno Club
Rua Augusta, 501 - Consolação
Fone: 3120.4140

Serviço do show:
Preços:
1º Lote: R$50,00 | 2º Lote: R$ 60,00 | Na porta: R$ 80,00
Meia-Entrada: R$40,00*

Ingressos à venda nas lojas:
Santa Madre - Rua 24 de Maio, 62 - 3º andar Loja 472 - Fone: 3337.2979
Possessed - Rua 24 de Maio, 62 - 2º andar Loja 343 - Fone: 3333.4683
Sick'n'Silly 2 - Alameda Jaú, 1529 - Jardins - SP - Fone: 3081.3899
The Records - Rua Barão de Itapetininga, 37 - Loja 43 - Rua Alta, Centro Fone: 3257.2145

* Meia-entrada apenas na loja Santa Madre.

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Metallica - St. Anger



Bom, pra variar um pouco, vou falar da banda que eu mais curto... Metallica... sempre escutei a "Old Stuff" deles... os albuns Kill em All, Ride the Lighting e Master of Puppets (bastante conhecidos, outro dia falo deles). Depois que o Cliff Burton (baixista) morreu em um acidente de ônibus numa turnê do Master of Puppets, entrou o Jason Newsted. Um exelente musico, porem não tinha espaço pra compor muito nas musicas do Metallica, cabendo esse serviço ao James Hetfield (guitarra base e vocal) e o Lars Ulrich (bateria). Em um determinado momento, em 2000 pra ser exato, o Jason estava com um projeto paralelo chamado Echobrain, uma banda em que ele tinha seu espaço. O James não gostou disso e forçou o Jason a sair da banda. Com isso, gerou uma fase crítica na banda, onde tudo era motivo de briga. Resolveram lançar um novo album, e essa não foi uma boa ideia. O clima no estudio era dos piores, tudo era motivo de briga: riffs, batidas, ausencia de solo, inovaçoes... o maior destaque para esse album é a ausencia de solo, devido o Lars querer seguir a moda do new metal, protestado pelo Kirk Hammet (guitarra solo e backing vocal). O produtor Bob Rock assumiu o baixo durante a criaçao do album, que em determinado momento, o Metallica contratou o baixista Robert Trujillo (ex- Ozzy e Suicidal Tendencies) e que está ate hoje. Durante a produção, tambem teve o processo do Lars contra a Napster (programa de downloads de musicas gratuitas) onde o programa liberou o single I Disappear, que ia ser tocado no filme Missão Impossivel II e gerou revolta dos fãs devido o Lars ter processado. Enfim, com o St. Anger lançado, alcançou 1º Lugar no top de 30 paises e recebeu o Grammy Awards pela melhor performance de Metal. Eu não gostava nem um pouco do album, achava com um gênero muito diferente do thrash metal original. A poucos dias assiti o documentário que fizeram durante a produçao, chamado Some Kind of Monster. Depois dele, eu entendi tudo que a banda passou e começei a escutar com outros ouvidos o album. Até que não é de todo mal :D. Vou disponibilizar link para download do album e do documentário e alguns videos, pra quem se interessar !





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